quinta-feira, 23 de novembro de 2023

A PRAIA DO PREÁ SOFRE COM FALTA DE ÁGUA NAS TORNEIRAS

 


A população do Preá sofre com as constantes interrupções no fornecimento de água, que se repete, diariamente, várias vezes ao dia.

Hoje, já recebi várias reclamações sobre falta de água.

A população está indignada, com esta situação pois, além da falta de água, que faz parte da rotina diária na convivência da dona de casa, ainda recebe cobranças indevidas de contas de água. Recebo reclamações diárias sobre esta situação e a população não quer cobrança de contas sem água, quer a prestação de contas, pois, tem o direito de saber aonde está sendo aplicado este dinheiro da Associação, pois, até as ligações que são feitas, está sendo cobrado valores inadmissíveis.

Como cidadão que luto em defesa dos usuários de Água do Preá, orientam a todos os consumidores que suspendam estes pagamentos indevidos e que passem a exigir uma prestação de conta devidamente justa e correta que não acontece há mais de cinco anos.

Colaborem! Compartilhem

Preá, 11/11/23.

 

Dr. Lima

NOTA DE UTILIDADE PÚBLICA

 


Cumpro o dever de esclarecer a população do Preá, usuária de água do Sistema Comunitário que a “Diretoria da Associação Comunitária do Preá” está convocando os usuários de água para fazer um cadastro de atualização de endereço, alegando que os “endereços estão inválidos”.

Esclarecemos que Daniel José Silva Sousa, identifica-se como sendo Presidente da Associação Comunitária do Preá, embora nunca tenha sido eleito para este cargo, usando de falsidade ideológica, Crime previsto no Art. 299 do Código Penal, portando uma ata falsa que foi lavrada e registrada em cartório, embora, para fazer uma eleição precisa cumprir, rigorosamente, o que determina o Estatuto Social.

Para fazer um cadastro de atualização de endereço é, rigorosamente, necessário que tenha uma diretoria legalmente constituída, com poderes legais, e que os usuários tenham endereço residencial legalmente definido e com nome de rua e número do imóvel devidamente qualificado, o que não existe na Comunidade do Preá, tratando-se de mais um golpe contra os morados na tentativa de cobrar contas de água indevidas.

A população exige prestação de contas para esclarecer sobre o destino do dinheiro arrecadado com as contas de água e ligações e explicar sobre a situação dos bens da associação e fazer reuniões e eleições para diretoria, que não acontecem há mais de cinco anos.

Diariamente, recebo relações sobre cobranças indevidas de água e de ligações com valores astronômicos totalmente fora de valores praticados pelos sistemas comunitários justos e corretos.

Estou à disposição da população para fazer os devidos esclarecimentos que se fizer necessário e que peço aos usuários de água que façam valer seus diretos exigindo reuniões para esclarecimentos devidos, exige-se eleições e prestação de contas. O montante de valores, até então arrecadados, são suficientes para manter o sistema por vários anos sem cobrança de taxas aos consumidores.

Peço que colaborem em prol desta causa compartilhando essa mensagem para que chegue ao maior número possível de pessoas desta comunidade.

 

Preá, 08/11/23.

Dr. Lima

Lutando em defesa do povo do Preá

quinta-feira, 9 de novembro de 2023

NOTA DE UTILIDADE PÚBLICA

 


Cumpro o dever de esclarecer a população do Preá, usuária de água do Sistema Comunitário que a “Diretoria da Associação Comunitária do Preá” está convocando os usuários de água para fazer um cadastro de atualização de endereço, alegando que os “endereços estão inválidos”.

Esclarecemos que Daniel José Silva Sousa, identifica-se como sendo Presidente da Associação Comunitária do Preá, embora nunca tenha sido eleito para este cargo, usando de falsidade ideológica, Crime previsto no Art. 299 do Código Penal, portando uma ata falsa que foi lavrada e registrada em cartório, mas, para fazer uma eleição precisa cumprir, rigorosamente, o que determina o Estatuto Social.

Para fazer um cadastro de atualização de endereço é, rigorosamente, necessário que tenha uma diretoria legalmente constituída, com poderes legais, e que os usuários tenham endereço residencial legalmente definido e com nome de rua e número do imóvel devidamente qualificado, o que não existe na Comunidade do Preá, tratando-se de mais um golpe contra os morados na tentativa de cobrar contas de água indevidas.

A população exige prestação de contas para esclarecer sobre o destino do dinheiro arrecadado com as contas de água e ligações e explicar sobre a situação dos bens da associação e fazer reuniões e eleições para diretoria, que não acontecem há mais de cinco anos.

Diariamente, recebo relações sobre cobranças indevidas de água e de ligações com valores astronômicos totalmente fora de valores praticados pelos sistemas comunitários justos e corretos.

Estou à disposição da população para fazer os devidos esclarecimentos que se fizer necessário e que peço aos usuários de água que façam valer seus diretos exigindo reuniões para esclarecimentos devidos, exige-se eleições e prestação de contas. O montante de valores, até então arrecadados, são suficientes para manter o sistema por vários anos sem cobrança de taxas aos consumidores.

Peço que colaborem em prol desta causa compartilhando essa mensagem para que chegue ao maior número possível de pessoas desta comunidade.

 

Preá, 08/11/23.

Dr. Lima

Lutando em defesa do povo do Preá

segunda-feira, 24 de julho de 2023

CONHECENDO O MUSEU DA BARRINHA

 

Cruz.  O Senhor Eurides Vital do Nascimento, instalou um Museu com peças históricas na comunidade praiana de Barrinha de Baixo, Distrito de Aranaú, Município de Acaraú, Litoral Norte do Ceará, com o propósito de preservar a memória do povo primitivo daquela região e atrair visitantes.


                                                       Euclides Vital do Nascimento

O Museu foi fundado em 2014, com o nome de Eurides Vital do Nascimento em homenagem ao seu fundador que é natural da comunidade e estudioso de objetos que fazem parte da História e registram a memória de seus ancestrais. Todas as peças foram doadas por pessoas da região que fizeram uso destas peças e que deixaram como parte da memória de sua gente.


                                                             Vértebra de Baleia de 1902

Para acolher todo este acervo, Seu Eurides construiu um pequeno prédio para montar o seu Museu que reúne peças, não só da região, mas, também, recebeu outras que foram doações vindas de vários outros países.

 

CD e DVD 

Diversas peças são verdadeiras relíquias da História da Humanidade como uma vértebra de uma grande baleia de 1902; um sabonete de leite de jumenta, que foi trazido da Ilha de Shipre, na Grécia; um papiro do Egito; o Primeiro CD impresso no Mundo – THE TENORS, UM CONCERT 1994 e o Primeiro DVD – The HARVEY Girls que faz parte da primeira série de DVDs fabricados no mundo, sendo, ambos, do tamanho de um LP. Também, faz parte do acervo: rádios e Toca discos antigos e até uma bigorna usada pelos sapateiros oriunda da época em que os calçados eram de fabricação artesanal.


                                                                 Papiro

Também, faz parte do Museu, uma pequena biblioteca com livros de história e folhetos de literatura de cordel.

Muitas outras peças históricas e curiosas, que sendo vistas, nos remetem a um tempo passado de muitas curiosidades para encher os olhos dos amantes de relíquias da antiguidade.

Durante a visita que fizemos ao Museu, tivemos o prazer de ter sido recebido pelo Seu Eurides, uma pessoa simples e de boa conversa. Além de nos apresentar todas as peças do Museu, contando a sua História, ainda nos concedeu uma entrevista para a Rádio FM Comunitária 6 de Abril 98,7 MHz, de Cruz CE, Programa A Comunidade e o Cidadão, relatando toda a História do Museu e sua paixão pelas coisas da antiguidade e todo o seu interesse em preservar a cultura da comunidade de Barrinha de Baixo.


                                                                    Rádio AM

O Museu está aberto ao público com visitas agendadas. Não se cobra entrada, mas, toda doação será bem aceita para ajudar a custear as despesas de manutenção do Museu, pois, tudo é mantido pelo Seu Eurides e sua esposa, pessoas simples e humildes, que não se cansam em apresentar um pouco da história de sua comunidade.


                                                        Sabonete de Leite de Jumenta

O Museu recebe também doações de peças que fazem parte da História de sua comunidade e Região. Eu fiz a doação de uma máquina fotográfica.

As fotos mostram algumas peças curiosas que fazem parte do acervo do Museu.

Dr. Lima

terça-feira, 27 de junho de 2023

ALERTA AOS CONSUMIDORES DE ÁGUA DO PREÁ

Os consumidores de água, usuários do Sistema de Abastecimento de Água Comunitária do Preá, estão indignados por conta de várias situações desagradáveis que está acontecendo sem que as autoridades públicas competentes tomem as devidas providências.

O sistema foi instalado há 27 anos em uma parceria Governo do Estado, Sisar e Associação Comunitária do Preá em Cruz CE. Tinha como propósito assistir a duzentas famílias de baixa renda, casas simples e pessoas humildes. Hoje, a rede de distribuição de canos já alimenta mais de quatro mil ligações, incluindo residências, hotéis, pousadas, piscinas, postos Lava-Jato, construções etc. A estrutura de poço, rede e caixa d’água é a mesma de há 27 anos. Anexaram ao sistema do Preá, de forma irregular, o sistema da Formosa com estrutura para atender a 74 famílias. Esta medida prejudicou a Comunidade da Forma que passou a sofrer com a falta de água e a dificuldade para abastecer seus reservatórios, pois, a estrutura não comporta a grande quantidade de consumidores que foram anexados a este sistema, que sofrem com as constantes interrupções de água, os obrigando a instalar bombas na rede agravando ainda mais a situação dos usuários de água.

Os poços e caixas não passam por processos de limpeza periódica, a água não passa por filtragem nem processo de tratamento obrigatório. Falta água nas torneiras, todo dia, várias vezes por dia em diversas áreas da comunidade. A água presenta mal cheiro e cor escura. Toda a rede de distribuição de água está suja, o que é comprovado verificando as caixas d’água residencial e a tubulação e torneiras. Devido à grande falta de água, a população ver-se obrigada a perfurar poços, instalar bombas, aumento o consumo de energia  elétrica, compra água mineral até para cozinhar devido as constantes interrupções no fornecimento de água, e, ainda, tem que conviver com as cobranças indevidas de água e ameaças de cortes, o que não é permitido, pois a associação está sem diretoria há mais de cinco anos, e não há eleição, reunião, prestação de contas e, ainda obriga as pessoas não esclarecidas, fazerem pagamentos das cobranças de água em contas pessoais, pois, não tendo diretoria legalmente constituída, não há como movimentar conta bancaria oficial em nome da Associação.

A população está suspendendo estes pagamentos indevidos, já são mais de 2.500 consumidores que estão deixando de fazer estes pagamentos e os que são informados sobre esta situação, também ficam solidário e deixam de fazer pagamentos indevidos e querem eleição imediata, reuniões, prestação de contas e que seja feita análise de água para informar à população sobre as condições físico-química e biológica da água como determina os órgãos de vigilância sanitária, na forma da Lei.

A Federação das Associações Comunitárias do Município de Cruz - FAC, devido as inúmeras reclamações que recebe dos usuários, já fez várias solicitações para que os que se dizem responsáveis pelo sistema deem os devidos esclarecimentos sobre esta situação, mas, jamais deu atenção a estas solicitações.

Após publicação, nas redes sociais e meios de comunicação, sobre a cobrança indevida de R$ 2.000,00 por uma ligação que custa menos de R$ 100,00, imediatamente, passaram a cobrar R$ 300,00, mas, a população está reclamando de que estão cobrando uma propina adicional para poder realizar novas ligações. Há várias famílias de baixo poder aquisitivo, que não tem acesso a água encanada do sistema comunitário por falta de condições para custear as despeças com as ligações, embora, sabe-se que água é um bem Universal e um direito de todos.

Núcleo Gestor de Água – Uma farsa para enganar os consumidores de água, pois, nunca existiu oeste setor.  Quem tiver dúvida procure a associação e peça maiores informações tais como quem são os seus componentes, quando foram eleitos, que papel exercem na associação e peça as atas das reuniões ou converse com a população e procure saber se alguém conhece este setor e qual a sua finalidade. 

A Federação está à disposição da população do Preá para dirimir quaisquer dúvidas e dar maiores esclarecimentos a população usuária de água do referido sistema. Medidas legais estão sendo adotadas. Compartilhem!

Dr. Lima/FAC

 

 

quinta-feira, 13 de abril de 2023

FALTA D’ÁGUA E COBRANÇAS INDEVIDAS REVOLTAM A POPULAÇÃO DO PREÁ

Cruz. O sistema de abastecimento de água da comunidade do Preá, Distrito de Caiçara, Município de Cruz, Litoral Oeste do Ceará, distante 270 Km de Fortaleza, entrou em fase de colapso, faltando água, várias vezes ao dia, em diversos setores da comunidade, devido ao sistema ter sido implantado, há mais de 25 anos, com o propósito de atender a 200 famílias de pescadores de baixo consumo, mas, atualmente, visa atender há mais de 4.000 pontos de consumo, desde pequenas famílias, até comércios, construções, piscinas, postos lava-jatos, irrigação de sítios, pousadas, dentre outros atendimentos não recomendados para serem comtemplados com estes sistemas comunitários.

     

O sistema de abastecimento de água foi implantado pelo Governo do Estado e entregue à comunidade para suprir a sua necessidade de água potável com qualidade e quantidade suficientes, visando a qualidade de vida e saúde desta população de baixo poder aquisitivo.

Implantado o sistema que consta de um poço profundo, com vasão prevista de 25.000 l/h, caixa d’água, filtro, aerador, quite de cloração e rede de distribuição a ser administrado pela Associação Comunitária do Preá em parceria com o Sisar, cobrando uma pequena taxa para manutenção, incluindo a contribuição social.

Com o passar do tempo, administrações, cada vez mais irresponsáveis, começaram a desnortear os objetivos do sistema e fazer malversação dos recursos, não mais investindo na ampliação adequada do sistema e a qualidade e a quantidade da água ofertada deixou de ser sua principal meta. A ampliação da rede de água é feita com tubulação de diâmetro inadequado para atender a demanda da população, além de usar material da pior qualidade, como podemos constatar uso de cano de plástico preto não recomendado para esta finalidade, não raro encontrar-se tubulação externa. Como resultado, a água não chega às casas dos consumidores, registrando-se casos que que as residências passam mais de um mês sem uma gota de água nas torneiras e não adianta reclamar, pois, não se toma nenhuma providência, mas, as cobranças indevidas não atrasam.

Estamos há mais de cinco anos sem que haja eleição para renovação da diretoria, o que deveria ser feita a cada três anos, como determina o Estatuto Social. Também, não há prestação de contas nem reuniões, que deveriam acontecer periodicamente. Os aumentos das contas são feitos sem aprovação em Assembleias Gerais nem obedece a nenhum critério preestabelecido, conforme determina o estatuto e normas do Sisar. Centenas de consumidores, nunca pagaram qualquer valor ou contribuição pelo uso e consumo de água. Verifica-se que não há nenhuma relação direta entre quantidade de água consumida e valor cobrado, pois, uns consomem mais e pagam menos, quanto que outros consomem menos e pagam mais caro. Vários consumidores não tem nem hidrômetros instalados. Alguns, recebem contas de água com taxa mínima, só para comprovar que é contribuinte, mas, quando recebem o papel de água, vai ao escritório para carimbar, para simular os pagamentos, que nunca fizeram. Outros consumidores, declaram que nunca receberam contas de água.  Os funcionários da Associação e alguns de seus parentes, também, são isentos do pagamento das contas de água que consomem. Os valores cobrados pelas ligações novas, chegam a R$ 2.000,00 ou mais por um hidrômetro, que custa R$60,00 e R$ 10,00 por 2 metros de cano. Após denúncias feitas pelas redes socias, imediatamente, passaram a fazer as ligações cobrando entre R$ 150,00 e R$ 300,00 o que comprova o quanto a população estava sem extorquida. Temos um exemplo de um senhor de lava jato, que sofria com os frequentes cortes em seu fornecimento de água, encerrou suas atividades e passou a administração para um casal de argentinos. Quando os administradores do sistema, constataram a presença do novo cliente, com menos de quinze dias de trabalho, com poucos clientes, humilharam o cidadão, por mais que ele pedisse para não cortar sua água, pois, estava trabalhando, mas, de nada adiantou, sendo obrigado a pagar R$ 2.000,00 para recuperar o fornecimento de água. Teve que encerrar sua atividade e foi embora.

Atos irresponsáveis e criminosos, com requintes de bandidagem são praticados contra pessoas simples, humildes e sem os devidos conhecimentos de seus direitos, pois, cortam água de famílias doentes, sem nenhuma renda familiar, ou quando o chefe de família se encontra ausente. Várias famílias vivem sem água por não puderam pagar valores astronômicos e sem valor justificável, enquanto muitos consumidores de alto poder aquisitivo, nunca pagaram nada pelo uso da água. A pouca água ofertada, não tem garantia de qualidade própria para consumo humano, pois, os poços, caixas e filtros não passam por serviços de manutenção, levando a sujeira até as torneiras dos consumidores, obrigando-os a comprar água mineral e perfurar poços, aumento os gastos com aquisição de eletrobombas, instalação elétrica e consumo de energia. Não basta a pouca oferta de água, ainda a população é obrigada a conviver com o desperdício de água devido aos constantes vazamentos sem que providências imediatas sejam tomadas. Devido a péssima qualidade do serviço, há casos em que já foram registrados nove vazamentos repetidos no mesmo lugar.

O Sistema de Abastecimento de Água de Formosa.

O sistema de abastecimento de água da Formosa teve início com um poço perfurado pelo Governo do Estado e entregue à Prefeitura com um chafariz instalado para servir a população gratuitamente. Em seguida, no Governo Dilma, foi aprovado um sistema de água para contemplar 74 famílias através do Programa Água para Todos. O projeto foi aprovado e feita licitação em nome da Associação do Rancho do Peixe e até a placa da empresa que ganhou a licitação foi fixada. Mas, o presidente da Associação Comunitária do Preá, que administrava a associação, na época, interveio no projeto e a empresa Líder Construções retirou-se e a comunidade foi prejudicada, ficando sem o projeto. A Associação, que já tinha iniciado a implantação do Projeto, com a saída da empresa, foi obrigada a conclui-lo e cobrou R$ 300.00,00 sem a devida autorização dos associados e sem prestação de contas. Para agravar, ainda mais a situação, ligou o sistema na rede do Preá, deixando a comunidade com insuficiência de oferta de água e passou a cobrar contas astronômicas de seus usuários que não deveriam pagar nada. Na tentativa de resolver o problema, fizeram a perfuração de um poço sem a outorga nem a autorização do proprietário, sendo o serviço embargado. deixando um prejuízo de cerca de R$ 100.000,00 aos cofres da Associação do Preá. Mais três projetos foram conseguidos para ampliar o sistema do Preá, mas, sem êxito, por não ter sido aceito pelas diretorias da Associação, motivados por questões políticas.

Venda de um Imóvel da Associação

A Associação Comunitária do Preá, recebeu, por doação, um terreno “com as seguintes medidas, confrontações e características: Medindo (17m) de frente por (60m) de fundos, sendo ao Norte: com terreno do Sr. Manoel Pires Chaves: ao Sul: com terreno de Alcir Braga de Lima; ao Leste: (Nascente) com a Rua Francisco Xavier Chaves e ao Oeste: (Poente) com terreno de José Augusto Vasconcelos, totalizando uma área de 1.120m²”. Posteriormente, foi acrescida uma área de (3m) de frente com (60m) de fundo, totalizando uma subárea de 180m² por compra.



                                                                  Terreno Vendido

Este terreno foi doado pelo Senhor TARCISIO IRAPUÃ SALES, e Sra. MARIA ALDERI ROCHA SALES à Associação Comunitária do Preá, inscrita no CNPJ/MF sob n° 23.717.903/0001-93, e “Que o referido imóvel tem por finalidade que seja construído nesta área sob a administração do Donatário uma OFICINA DE ARTES E OFÍCIO”. (CIC).

O imóvel supra citado e devidamente qualificado foi vendido pelos administradores da Associação Comunitária do Preá, sem a devida autorização dos doadores nem dos associados, como também não houve prestação de contas com a comunidade, motivos que causaram revolta e indignação por parte dos associados ao tomarem conhecimento deste ato criminoso. Como consequência, o caso foi parar na Justiça.

Assim, ficando bem claro que se tratou de um ato criminoso praticado por um grupo que se aproveitou de uma oportunidade leviana para adquirir recursos com a venda ilegal de bens da associação.

A Falsa Diretoria

A administração do sistema de abastecimento de água é feita de forma clandestina, pois, os administradores não foram eleitos, mas, o senhor Daniel Jose Silva Sousa porta uma ata falsa para poder se identificar como sendo o Presidente da Associação Comunitária do Preá, mas, várias pessoas, cujos nomes constantes nesta ata já se declararam que não fazem parte desta “diretoria” pois, não assinaram nenhum documento nem a citada ata não qualifica os membros da diretoria nem designa os seus respectivos cargos. Os mesmos afirmam que jamais participaram de qualquer reunião da diretoria. Nem, na Justiça, o falso presidente conseguiu explicar esta situação preferindo o silêncio.

Vários documentos falsos já foram apresentados, na tentativa de convencer a população de que se trata de uma diretoria legalmente constituída, que seus atos são legais, mas, até o presente, não encontrou reconhecimento nem apoio por parte da população da comunidade, tornando a situação ainda mais complicada.

Na tentativa de encontrar reconhecimento como Presidente da Associação Comunitária do Preá, o Senhor Daniel reuniu vários documentos falsos, tais como ata de eleição, declaração de que não tem parceria nem convênio com a Prefeitura, embora exista uma grande relação de cooperação com a Prefeitura, apresentou documento falso para justificar que o Governo não concedeu isenção de conta de água no período da pandemia. Quando questionado, não se justifica.

 

Dr. Lima