quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

A blasfêmia Deus odeia

Por José Mendes Pereira


Criar fatos inexistentes é coisa do Diabo, principalmente aquele que afeta o caráter de uma pessoa, usando coisas ridículas que não aconteceram contra ela, só para denegrir a sua imagem, no intuito de diminuí-la diante das suas amizades, e isso é chamado de blasfêmia. Mas a blasfêmia   está presente em todas as classes sociais, quer seja no meio da riqueza, quer seja no meio da pobreza, ninguém está livre de acusações ridículas. E muitas vezes, o blasfemado nem sabe, apenas os outros tomam conhecimento e saem contando por tudo que é de lugar.

Nos idos de 80, do século que passou, aconteceu uma tragédia que deixou chocada toda população de Mossoró, isto provocado por paixões não correspondidas.

Marta era uma jovem de 16 anos, ainda com pouca experiência na vida, e que descobrira que o Mauro Calado, um dos seus vizinhos, poderia fazê-la feliz, desejando-o a todo custo, e que para tê-lo em seus aconchegos, faria tudo, mesmo que fosse colocando a vida dele e a sua em jogo.

O certo é que o Mauro Calado não a desejava, e estava vivendo um romance com a Railma, uma comerciária de bons modos, que o amava, e ele, não a abandonaria de forma alguma. Não iria arriscar perder uma jovem que o seu nome não desfilava em rodas de amigos, para se relacionar com a Marta, uma garota já conhecida pela Candinha. E ele tinha toda razão, porque mulher não se escolhe pela beleza que ela tem, e sim pelos os ouvidos, isto é, pelo o que dizem dela.

A Railma era a moça que um dia iria levá-la para uma casa e cuidar dela, respeitá-la, e tinha uma consideração pelos seus familiares, principalmente pelos seus pais, que sempre o receberam com carinho, e estavam confiantes, que iriam entregar sua filha a um homem de muita responsabilidade, honesto, trabalhador, responsável, sem vícios, apenas com um pequeno defeito, assim dizia ele, adorava a derruba de gado, apesar de não ser vaqueiro, mas isto era uma das suas paixões.

 
pt.wikipedia.org 

A Marta fez todas as tentativas, chegando até tirar a roupa do corpo, fazendo striptease, ficando totalmente pelada, e partia para cima dele, querendo que ele a fizesse de mulher.  Mas mesmo assim, desviava-se deste assédio feito pela jovem. Jamais trairia a sua Railma e os seus familiares. 

Inconformada por não conseguir dominá-lo, mesmo com os seus stripteases, Marta  chegou a acusá-lo de bicha, boiola, veado e outras coisa semelhantes, só para ver se o Mauro Calado resolvia mexer em suas partes íntimas.

Ciente que o Mauro Calado não a faria de mulher, resolveu arquitetar um plano, que talvez desse certo. E tudo preparado, disse aos seus irmãos que o jovem mexera em sua honra, em uma noite em que ela se encontrava sozinha em casa. Ele chegara e a atacou, sem ela permitir o rompimento da membrana da sua virgindade.

Agora o Mauro estava ferrado. Os irmãos da Marta não gostavam de engolir certos desrespeitos com as suas irmãs, No bairro onde moravam, quando eles bebiam, fechavam as ruas, decepcionavam toda a vizinhança. 

Combinado, foram de encontro do Mauro Calado, que até o momento de nada sabia, já que nunca passara as suas mãos sobre o lindo corpo da Marta, e que bom que tivesse passado, porque agora teria que pagar caro, sem dever nada a ela.

Não o chamaram. Entraram na casa, o encontrando lendo um jornal. E sem muita demora, agarraram-no pelos braços, e o tangeram para fora da casa.

- Mas o que está acontecendo? - Perguntou o Mauro.

- O que está acontecendo é que você mexeu no que não devia.

- Mas eu mexi em que, homens?

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E sem mais diálogo, um deles enfiou uma faca peixeira na barriga do Mauro, deixando-o cair na calçada barrenta. E ali, o sangue rubro ficou ocupando espaços baixos na calçada barrenta.

Levada para ser examinada pelo o médico legista, Marta era virgem. E pressionada para esclarecimentos, contou ao delegado que foi uma maneira para  tentar conseguir o amor do Mauro Calado. Infelizmente não deu certo.

Sobre ela e o irmãos, eu não tenho conhecimento se estão ou saíram de Mossoró, pois eu não os conheci.

Minhas Simples Histórias

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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Seu Mané Alves - um veterano e excelente locutor

Por: José Mendes Pereira


EQUÍVOCOS DE SEU MANÉ DA COALHADA

Um dos mais antigos e conhecidos locutores de Mossoró, é seu Mané, ou nome verdadeiro, Manoel Alves de Oliveira. Um homem que quase nasceu no meio da comunicação. Excelente apresentador de programas sertanejos, educado, engraçado, honesto e de grande audiência nessa região do Rio Grande do Norte. Um dos programas mais conhecido é "A Hora da Coalhada", que ele apresenta na Rádio Rural, sendo ouvido por quase todo sertão potiguar. Um outro, é "Seu Mané Toca Tudo", onde dentro da programação ele intercala o quadro muito conhecido que é "Notas e Avisos".

 Seu Mané Alves

Certo dia, um homem veio de Umarizal para vender a sua carroça completa aqui em Mossoró. Só que o homem conseguiu vender a carroça e não o jumento. O homem escreveu um recado para seu Mané ler na hora dos avisos, avisando a sua esposa que não viajaria naquele dia, porque tinha vendido a carroça, e ainda estava negociando o jumento. O Problema foi que seu Mané não entendeu a escrita e leu da seguinte maneira: 

"Atenção dona Maria de Umarizal! Seu marido informa que não vai voltar hoje para casa porque vendeu a carroça, mas ficou enganchado no negócio do jumento."

Uma mulher ligava para a Rádio Rural e pedia uma música dos Beatles. Na hora de anunciar ele disse:

"Agora vai uma música dos beatlous." 

Outra vez, quando pedia a música "Era um garoto que como eu amava os Beatles e os Holins Stones." Como ele não sabe dizer, falou da seguinte maneira: 

"Era um garoto que como eu amava os..., o resto vocês já sabem como é."

Outra vez, uma senhora solicitava de quem soubesse o paradeiro do seu filho, que havia saído de casa e não retornou. No momento de ler o aviso, seu Mané leu da seguinte maneira:  

"Procura-se um garrote trajando camisa quadriculada... ou, é um garoto."

Um outro aviso: Toinho pede que sua mãe guarde o carnê dentro do guarda roupa... Então ele disse:

"Toinho pede que sua mãe guarde o carneiro dentro do guarda roupa..."

Quando o cantor João Gonçalves gravou a música "Pescaria em Boqueirão", seu Mané Alves ficou encarregado de sair pelas ruas de Mossoró anunciando que o cantor iria se apresentar em um dos clubes de nossa cidade. O seu anúncio era o seguinte:

"Atenção juventude mossoroense! Vai chegar em nossa cidade, o homem da lapa de minhoca." 

Certa noite, em frente à Rádio Rural de Mossoró estava acontecendo o "Festival da Mais Bela Voz Potiguar", sendo seu Mané Alves o locutor que o apresentava. Uma criança, talvez de oito ou dez anos, subiu no palco. Ele não gostando da presença dela em cima do palco, disse: 

"Desce popoquinha, desce popoquinha!". 

Como não devemos estar discutindo com criança, que na verdade ela não gosta de ser repreendida por ninguém, ela foi curta e grossa, respondendo-lhe o seguinte:

"Não desço, não desço, não desço."

Seu Mané que não gostava de estar discutindo com pessoas adultas,   e principalmente com criança, e achando que não tinha forças para descê-la do palco, respondeu-lhe: 

"Pois fica, popoquinha! Você tem razão, e como tem!" 

Quando Seu Mané nota o seu erro,  corrige sem nenhum escrúpulo. Mas mesmo com toda essa displicência, isso eu considero como falta de atenção "e não por ser péssimo profissional",  Seu Mané Alves é muito querido pelo povo Mossoroense, e demais regiões adjacentes.

Parabéns a Seu Mané Alves, que como comunicador, muito tem prestado os seus serviços a Mossoró.

Este artigo foi escrito quando seu Mané Alves ainda era vivo. Ele faleceu  em Setembro de 2012. 

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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Uma terrível tragédia!!!

Por: José Mendes Pereira


Foi lá pela década de 60 que isto aconteceu em Mossoró.

João Paulo e Pedro de Osmildo eram dois grandes amigos. Amigos de infância, que viviam no mesmo bairro, na mesma rua, dividindo o mesmo espaço entre familiares. Comendo no mesmo prato, e juntos, participavam de todos os divertimentos que o bairro e a cidade promoviam.

João Paulo era reparador de sapatos e chinelos, mas não era fabricante destes. Na época, era dos melhores para este fim, e até reparava pisantes (gíria)  de pessoas mais importantes em Mossoró. Sapatos e chinelos com defeitos, muitos já sabiam a quem recorrer para o conserto.

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Pedro de Osmildo vivia de alguns aluguéis; dono de uma pequena vila no grande Alto de São Manoel, mas, além disto, negociava com bugigangas pelos bairros de Mossoró, transportando-as sobre uma carroça.
 
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Vez por outra os dois bebiam juntos  pelos bares do bairro, e lá, ingeriam uma porção de bebidas alcoólicas, mas mesmo embriagados, jamais discutiram em lugar nenhum.
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Aconteceu que certo dia, Luiz da Quitanda como era chamado, querendo acabar com aquela grande amizade, criou um não acontecido, e ele mesmo enredou ao Pedro de Osmildo, que o João Paulo andava difamando uma das suas filhas. E que cuidasse logo de frear a sua língua, para que o assunto sobre a virgindade da filha, não chegasse aos fofoqueiros de calçadas. E ainda afirmava-lhe que: "-Os filhos da Candinha são 21. Enquanto 7 dormem, 7 falam e  7 estão ouvindo".


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Assim que tomou conhecimento sobre o desrespeito de João Paulo usando o nome da sua filha, Pedro de Osmildo perdeu o controle emocional, e foi ao seu  encontro, para devidas explicações. O certo é que o João Paulo jamais dissera algo sobre as filhas do Pedro de Osmildo, pois o considerava como irmão, e se existiam coisas que desrespeitavam as suas filhas, até o momento não tomara conhecimento. E se isso existisse, não tinha interesse de sair boatando, já que as filhas do Pedro de Osmildo, eram como se fossem suas sobrinhas. E ao chegar à oficina do João Paulo, o encontrou consertando um par de sapatos, e sem mais nem menos, Pedro de Osmildo foi logo direto ao assunto, dizendo-lhe:

- João Paulo, estou muito chateado com você, e eu não esperava que um dia as nossas amizades chegassem ao fim.

- Mas  o que está acontecendo, meu irnão Pedroca? - Perguntou o João Paulo.

- Tomei conhecimento de que você anda falando mal da minha filha Marília.

- Mas homem de Deus, quem lhe falou tamanha barbaridade, afirmando que  eu falei mal da Marília?

- Quem me contou foi o Luiz da Quitanda.

- Mas homem, será que o Luiz da Quitanda está maluco, ou está querendo fazer intrigas entre nós?

- Se ele está louco eu não sei. E se ele me disse isto, é porque você falou. - Dizia o Pedro de Osmildo.

- Homem de Nosso Senhor Jesus Cristo, vamos até à casa de Luiz da Quitanda, para que ele afirme isso na minha presença.

- Não adianta, João Paulo! De onde a gente não espera, é de onde vem. - Fez o Pedro de Osmildo.

- Mas meu amigo e irmão Pedroca, confie em mim! Eu jamais diria  isso com uma das suas filhas..., e já vi que você prefere acreditar no Luiz da Quitanda do que em mim. 

Com o ódio e decepcionado com um dos melhores amigos, Pedro de Osmildo puxou uma faca peixeira da cintura, e partiu para cima do João Paulo, furando-o por todos os lugares da barriga.

Já caído ao chão, fracamente, João Paulo exclamou:

- Matou-me meu amigo e irmão! Jamais abri minha boca para falar das suas filhas, que até hoje, eu as tinha como minhas sobrinhas.

Ouvindo esta frase (matou-me meu amigo e irmão!) e presenciando o sangue saindo com força da barriga do amigo, o Pedro de Osmildo arrependeu-se, e foi socorrer-lhe, tentando levantá-lo para um possível socorro. E sem o Pedro de Osmildo perceber, foi neste momento que o João Paulo arrastou a sua afiadíssima faca, que com ela cortava os couros para os reparos de sapatos; com a pouca força que ainda lhe restava, aplicou-a no pescoço do Pedro de Osmildo, degolando-o. E ali mesmo, os dois morreram.

Hoje, os filhos de ambos vivem pacificamente, na mesma Rua e bairro onde nasceram. Nenhuma intriga, nenhuma rixa. Continuam como antes, amigos, ou quem sabe, irmãos. E alegam que os pais não deixaram vinganças, porque o Pedro de Osmildo matou o João Paulo, e o João Paulo matou o Pedro de Osmildo.

 Quanto ao Luiz da Quitanda ele vivia com problemas de saúde,  e morreu  dois anos depois deste acontecimento.

Minhas Simples Histórias

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 Fonte:

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sábado, 4 de janeiro de 2014

PRAIA DO PREÁ (CRUZ-CE) SEM PÃO, SEM ÁGUA E SEM LUZ


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Sede da Associação Comunitária onde funciona um Anexo de Ensino Médio

Cruz. A Praia do Preá fica situada no Distrito de Caiçara, Município de Cruz a 250 km de Fortaleza. Localizada em ponto estratégico, em relação à Praia Internacional de Jericoacoara, da qual é o principal corredor turístico, por onde passa grande quantidade de turistas que visitam a Rota das Emoções durante todo o ano.

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                            Escritório da Associação

É uma praia de beleza encantadora, pois, as águas são límpidas, com sol e calor o ano todo, mar calmo, ventos constantes favorecendo a prática de esportes náuticos como kite surf ou outros esportes eólicos.
A orla marítima é exuberante, pelos manguezais, coqueirais, dunas e lagoas de águas cristalinas que formam um conjunto de elementos naturais sem igual na beleza.
As pousadas, restaurantes e um comércio diversificado proporcionam conforto e bem está a todos os seus visitantes.

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            Sistema de Abastecimento d’água da Comunidade

Mas, em contraste, as frequentes interrupções no fornecimento de energia elétrica no centro comercial deixam os moradores sem pão, sem água e sem luz, pois a área que mais sofre interrupção de energia é onde funcionam as padarias, o sistema de abastecimento de água da comunidade, posto de abastecimento, oficinas, as repetidoras de internet e a Lan house, central telefônica, agência de passagens, escolas, igreja, praça, lanchonetes, pousadas, academias de ginástica, lojas comerciais e câmara fria.
Outro problema, o que mais prejudica as famílias da comunidade, é a falta de água nas torneiras que deixa as donas de casa sem alternativas para os afazeres domésticos onde a água é o elemento fundamental. O fornecimento de água é interrompido várias vezes ao dia além de apresentar mau cheiro e sabor desagradável. O sistema que foi projetado para atender a 200 famílias, já conta com mais de 1.000 ligações, fato que impossibilita oferta de água para todos. Atitude como esta nos leva a acreditar que o objetivo é somente arrecadar dinheiro sem nenhum compromisso com os consumidores que reclamam por pagarem a taxa mensal, mesmo que não chegue água na torneira de sua casa. O dinheiro arrecadado é mais do que suficiente para fazer ampliação do sistema e garantir água suficiente para os consumidores. Até de quem não é associado é cobrada a taxa de contribuição na conta de água sem que tenha direito a voto em assembleias.
A comunidade apela para que as autoridades competentes tomem as devidas providências no sentido de solucionar este problema que é atribuído a má gestão do sistema comunitário de abastecimento de água.

A Quadra de Esportes
A Associação Comunitária do Preá contava com uma quadra de esportes onde eram realizadas as atividades esportivas e festas da comunidade. Hoje, é um local abandonado. A maresia corroeu a ferragem dos portões e a iluminação dos postes foi totalmente destruída. O local está servindo de depósito para dejetos humanos apresentando uma fedentina insuportável.

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Portão da Quadra de Esportes



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O que restou da Quadra de Esportes
A falta de compromisso com o zelo do patrimônio da Associação tem deixado a população indignada, pois, é dinheiro da associação que não está sendo devidamente aplicado na conservação dos bens que são muito uteis a sociedade.
O sistema de esgoto há muito tempo que deixou de funcionar obrigando a todos construírem fossas individuais, contribuindo para poluição do lençol freático.

Dr. Lima

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

O VEREADOR LINDOMAR BRANDÃO PARTICIPOU DE PROGRAMA DE RÁDIO


Cruz. Mais um Vereador do Município de Cruz, a 250 km de Fortaleza, no Litoral Oeste do Estado do Ceará, participou do Programa de entrevistas - A Comunidade e o Cidadão - nesta terça feira, 31, para debater sobre as ações desenvolvidas no Ano de 2013 como legislador municipal.
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Vereador Lindomar Brandão Silveira - PRB
O Vereador Lindomar Brandão Silveira é casado, filho do Ex-Vice Prefeito (93/96) e Ex-Prefeito (97/04), o empresário Manoel Nelson Silveira que esteve no poder em três mandatos consecutivos.
Lindomar está exercendo seu mandato pela segunda vez, sendo que o primeiro mandato foi pela oposição e o segundo pela situação com a eleição do Prefeito Adauto, partido da coligação.
Como fiel cumpridor de seus deveres, diz que aprendeu a fazer política com o seu pai, e que está sempre à disposição de qualquer cidadão que o procurar.
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Dr. Lima e Lindomar Brandão
O Vereador Lindomar Brandão é o autor do Projeto de Lei que concedeu o Título de Cidadão Cruzense ao apresentador do programa, Dr. Lima, em 2012, segundo ele, como forma de reconhecimento do relevante trabalho prestado ao Município de Cruz durante seus trinta anos de residência no município, pois, trata-se de um potiguar, natural d cidade de Augusto Severo-RN, residente em Cruz desde 10 de junho de 1981, sendo casado com uma cearense natural de Cruz e foi o primeiro Secretário de Obras do Município de Cruz no período 1986/89.
Os convidados para o programa foram os vereadores Lindomar Brandão Silveira (PRB) e José Cleidiomar Neves (Neném Neves - PT) que não compareceu, mesmo tendo confirmado a sua presença. Durante uma hora de programa, o Vereador Lindomar Brandão falou sobre a sua atuação como vereador, os projetos que apresentou, expos sua luta em defesa dos interesses do município e fez uma análise de sua atuação como vereador da situação e da oposição. Disse ter um bom relacionamento com seus eleitores e que sempre esteve a disposição para atendê-los, embora reconheça que a falta de conhecimento, por parte do eleitorado, faz com que seja cobrado do vereador ações que não são de sua competência deixando de lado aquilo que realmente é atribuição do vereador.
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Momento da entrevista na Rádio FM 6 de Abril 98,7MHz
Lindomar falou sobre sua preocupação com os graves problemas existentes na comunidade da Praia do Preá sobre lixo, água, animais soltos nas ruas, denominação de ruas e sistema e a iluminação pública. Sobre estes problemas, disse que pretende conversar com a bancada da situação, secretários e Prefeito para tratar destas questões e buscar uma solução de forma que venha amenizar estes problemas.
Perguntado sobre uma maior participação dos vereadores nas reuniões da Câmara, ele disse que desde quando as seções passaram a serem transmitidas pela rádio, os vereadores tornaram-se mais atuantes e estão ocupando mais espaço na tribuna, exceto, aqueles que são analfabetos que nada sabem dizer. (A Câmara Municipal de Cruz, vergonhosamente, ainda tem vereador analfabeto. Grifo nosso).
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Dr. Lima - Programa A Comunidade e o Cdadão Conversando com ...
No final da entrevista, o Vereador Lindomar Brandão declarou está satisfeito com esta oportunidade, que ainda não tinha tido, para poder apresentar para os munícipes o trabalho que estava sendo feito pelo Legislativo Municipal de Cruz, em particular, o seu trabalho. O programa foi encerrado com uma mensagem de Natal e Ano Novo dirigida a todos os ouvintes da Rádio 6 de Abril e ao povo de Cruz em geral.
Nos próximos programas, outros vereadores serão convidados para fazerem suas exposições sobre os mandatos em exercício.
A Câmara Municipal de Cruz é composta por 11 vereadores, sendo 6 da situação e 5 da oposição.

Dr. Lima